FONTE BRASIL 1º de Dezembro de 2004

Tribunal de Justiça elege nova diretoria

O Tribunal de Justiça do Estado de Roraima - TJ/RR realizará hoje (1º/12), às 9h da manhã, a eleição da nova diretoria para o biênio 2005/2006.
Compõem a chapa única, a ser votada pelo Tribunal Pleno, os desembargadores Mauro Campello - presidente, Lupercino Nogueira - vice-presidente e José Pedro Fernandes - corregedor.
Os nomes dos desembargadores devem ser consenso entre os componentes do Tribunal de Justiça.
A mudança de administração do TJ acontece a cada dois anos. A escolha é feita por meio de votação secreta e a posse dos eleitos deverá acontecer em meados de fevereiro próximo.
Mesmo com a votação acontecendo secretamente, não deverá haver qualquer surpresa no resultado, uma vez que o desembargador Mauro Campello deverá ser o próximo presidente, de acordo com a ordem natural de sucessão.

Eleitoral
De acordo com o Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima -TRE/RR, "a eleição será processada, mediante escrutínio secreto, em sessão anterior à expiração do biênio". O biênio se completa em 14 de fevereiro de 2005.
Após a eleição para o Tribunal de Justiça, deverá ser marcada a data para a escolha dos dois desembargadores que vão ocupar a presidência e a corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima.
No caso do TRE, a escolha é feita pelos membros da Corte Eleitoral, que é composta por dois desembargadores, dois juízes de direito, dois advogados (representantes da OAB no tribunal) e o juiz federal.
No caso de o TRE também seguir a ordem natural de sucessão, deverão ser eleitos os desembargadores Robério Nunes dos Anjos e Almiro Padilha para presidente e corregedor eleitoral, respectivamente.

OPINIÃO FORMADA

MISTER M
O advogado Maryvaldo Bassal está sendo procurado para dar o placar do julgamento de cinco deputados estaduais, no TRE-RR marcado para o dia 14.
Em agosto passado, Maryvaldo errou por um voto uma decisão daquela corte em julgamento que poderia ter cassado a candidatura de Teresa Jucá. Ele não contava que o presidente Mauro Campello declarasse voto.